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Facu e o cavaleiro negro. Conto infantil de fantasia

Facu e o cavaleiro negro. Conto infantil de fantasia



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Se existe um instrumento eficaz para estimular a fantasia, essa é a história. E se existe um instrumento poderoso para ativar a criatividade, é o da imaginação.

Com esta história, você descobrirá o poder da imaginação. Ajude seus filhos a sonhar e estimular sua imaginação com histórias.

'A borboleta em uma de suas viagens conheceu um menino entediado, entediado com tudo, corrida, escola, ele se cansou até de brincar.

Sua mãe preocupada deu-lhe um livro para pintar com alguns lápis muito especiais. O nome do menino era Facu, e o livro velho e gasto foi vendido a ele por uma mulher muito misteriosa que tinha uma velha livraria na vizinhança onde ele morava.

Uma noite fria, sozinho, em seu quarto, ele abriu a caixa de lápis e começou a pintar os quadros. O sol tem que ser amarelo, mas por que amarelo? Se ele tivesse o poder de escolher.

- Não há melhor azul !!!!!

- Grama verde, nããão, melhor amarela !!!!

Facu criou seu próprio mundo. Com cores brilhantes e especiais. Suas imagens tinham sua própria magia. Mas chegando ao meio do livro, apareceu um personagem escuro, que não admitia nenhuma cor. Um homem de rosto anguloso, vestido com calça preta, camisa preta, chapéu preto e capa preta que arrastava enquanto caminhava. Ele apenas olhou para ele, não falou, mas uma risada poderosa anunciou que nada de bom iria acontecer.

Os dias foram passando e, ao chegar da escola, estava imerso em seu mundo de cores diferentes e imagens únicas. Uma flor com pétalas multicoloridas o convidou a caminhar por um arco-íris infinito, um coelho roxo disse que ele estava feliz.

Uma senhora regou o gramado amarelo com um regador cheio de um líquido verde. Algumas crianças de pele vermelha deram uma volta em volta de uma árvore celestial ... Sim, todas estavam felizes ...

Até que uma noite, quase chegando às últimas páginas, o negro falou com ele:

- Em seu mundo e neste, meu poder mudará a ordem das coisas, as palavras desaparecerão e as cores desaparecerão.

Facu não respondeu, desafiou-o e gritou:

- Suas palavras não me assustam. Que poder pode ter um desenho? Ridículo, hahahaha.

Ele foi dormir sem pensar, nem mesmo sonhar o que iria acontecer.

Na manhã seguinte, ele acordou, tomou o café da manhã e saiu para a escola feliz, ansioso para contar aos amigos aquela loucura, aquele sonho louco, muito louco. A aula começou como sempre, a senhora copiava no quadro negro algumas frases que os meninos iriam analisar. Mas surpresa! Quando terminei de escrevê-los, eles desapareceram misteriosamente. Ele os copiou novamente e depois de um tempo eles desapareceram novamente.

Os gritos das outras salas de aula os forçaram a sair.

- Qual é o problema ?, disse a senhora.

- Os livros estão vazios, não há letras, os mapas ficaram sem os nomes dos países, rios, lagoas. Os oceanos ficaram órfãos. Os personagens das histórias sem nomes ...

A mesma coisa aconteceu com todos. A escola ficou sem palavras. Sem cores os desenhos. A diretora estava segurando sua cabeça.

- O que acontece? Isso não pode estar acontecendo.

Autoridades do ministério, um padre, um mágico vieram, mas ninguém encontrou uma explicação e foi assim que decidiram fechar a escola por alguns dias. Facu sabia que o culpado era o senhor Negro.

Apesar de seu medo de fazer papel de boba contando sua história, ela decidiu vencê-lo e compartilhar o mistério do livro com seus amigos. Eles ouviram com atenção, alguns riram, mas um grupo sugeriu ver o livro e o sinistro Cavaleiro Negro.

Quando o viram em uma das folhas, uma risada os surpreendeu.

-Hahahahaha ... Eu avisei: cores e palavras nunca mais vão aparecer. Depois de dizer essas palavras, ele se perdeu em uma floresta seca e cinzenta.

- Onde você comprou isso?

- Na velha livraria do bairro, aquela com a senhora de óculos grandes, a senhora que dá balas brilhantes quando uma criança compra um livro.

-Vamos vę-la.

Eles formaram um comitê e foram falar com ela. Quando eles chegaram ao negócio, a mulher estava esperando por eles. Ele não disse muito, apenas os informou.

- Que o poder das palavras e das cores os esperava no imaginário de cada um deles.

Nada mais, nasceram diferentes teorias. O mais forte era o de Facu. E do nada surgiu a ideia de fechar os olhos e entrar naquele mundo imaginário, e com força e vontade de lembrar as cores, as letras, mas com muita, muita força.

Imaginação, imaginação e da escuridão as letras e cores apareceram uma a uma. O Sr. Black tentou roubá-los, mas com uma borracha eles o apagaram de todas as páginas.

O livro voltou a ser como era antes, com belas paisagens, crianças e animais rindo novamente. Cada um voltou para casa sem entender o que aconteceu. Não houve explicações.

Naquela manhã, não tão entediante, ele foi para a escola. E para surpresa de professores e alunos, como num passe de mágica, os rios e lagoas tiveram nomes. Os personagens mais uma vez tiveram nomes. E os livros tiveram suas palavras de volta.

Apesar das comemorações, ninguém entendeu o que havia acontecido, não houve explicações.

- Imaginação, imaginação a velha vendedora gritou de uma janela. Só essa história, com certeza é produto da sua imaginação.

Em silêncio, Facu apertou a borracha com força, talvez precise dela de novo. E nossa amiga borboleta continuou voando, perdendo-se em um arco-íris multicolorido.

História enviada por Alejandra Melnik.

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